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5 Formas de Liberar Espaço no Android


Se você tem um gadget com Android e está preocupado em otimizar o espaço disponível, pode realizar cinco passos bastante simples, mas efetivos, para deixar o aparelho com mais espaço na memória. Confira abaixo as cinco opções e siga o passo a passo para melhorar o rendimento da memória de seu smartphone ou tablet.


Mova apps para o cartão SD

Por padrão, os apps são instalados diretamente na memória do aparelho, mas você pode mover aplicativos mais pesados para o cartão SD. Grande parte dos apps deve funcionar bem quando movidos, mas existem duas questões a ser observadas: o armazenamento no cartão é eliminado quando o equipamento é conectado via USB, ou seja, nesse caso, os apps movidos para o cartão não devem funcionar; você só pode mover aplicativos para o cartão caso o desenvolvedor tenha habilitado a aplicação para isso.
 5 formas de liberar espaço no Android     5 formas de liberar espaço no Android
Para começar o trabalho, abra a tela “Aplicações”, dentro do menu “Configurações”. Em seguida, selecione “Gerenciar aplicações”. Para liberar bastante espaço de uma só vez, selecione o menu pelo botão físico do gadget e escolha a opção “Ordenar por tamanho”. Selecione o aplicativo que você deseja mover e, na tela de detalhes que se abre, selecione “Mover para cartão SD” e pronto!


Limpe o cache de aplicativos

Na mesma tela de detalhes do aplicativo, você encontra a opção “Excluir cache”. Com isso, todos os arquivos temporários são limpados, fazendo com que as configurações adicionadas durante o uso sejam apagadas. No entanto, evite a função para aplicativos que levem informações adicionadas por você, como apps de anotações e agenda, pois isso deve restaurar o aplicativo, excluindo seus dados.


Desinstale apps

A dica pode ser óbvia, mas muitos donos de gadgets passam batido por ela. Deletar aplicativos é a maneira mais rápida e efetiva de ganhar mais espaço no aparelho. Aplicativos usados apenas em viagens ou jogos que você já não costuma usar podem ser desinstalados do equipamento.
Mesmo que o app tenha sido comprado, você pode desinstalar sem medo, já que ele sempre estará disponível para download no Google Play. Para desinstalar, mantenha a seleção sobre o app até que um pequeno "x" apareça no canto superior direito. Toque sobre ele e confirme a exclusão.


Tire as fotos do gadget

5 formas de liberar espaço no Android     5 formas de liberar espaço no Android
Se você tira muitas fotos com seu smartphone, mas não tem o costume de transferir tudo para um computador, saiba que isso pode liberar muito espaço no aparelho. Você pode usar o cabo USB que acompanha o aparelho para isso, e o processo é semelhante a transferir dados de um pen drive.
Se você não quiser mover nada para seu computador e prefere deixar suas fotos na nuvem, é possível fazer isso sem a instalação de qualquer programa. No app nativo “Galeria”, você tem a opção de fazer upload das fotos para sua conta no Picasa. Para isso, toque o botão de menu e selecione os álbuns ou fotos que deseja mover. Em seguida, selecione o botão “Mais” e encontre o Picasa na opção “Compartilhar”.


Visualize o uso do disco

Apps como o DiskUsage são capazes de mostrar pastas e arquivos que mais ocupam espaço no gadget. Basta tocar as categorias e pastas para ampliar, visualizando maiores detalhes sobre aquilo que realmente consome espaço na memória do aparelho. Além disso, o DiskUsage também pode mostrar de uma maneira mais intuitiva o uso de memória pelos aplicativos instalados no sistema.

VIA: Tecmundo

Comunicado!

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Navegação no Blog!

Para você que Busca sempre do bom e do melhor para seu Android, Fique ligado aqui no Mundo Android! Hoje vou estar mostrando umas imagens de como navegar no Blog! Interagir com os Menus e tudo que o Blog tem a Oferecer! Então Fiquem Ligados aqui para Saber Mais! !

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Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro


Em 2011, segundo a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), foram roubados no Brasil 56.899 veículos segurados. Quando consideramos somente os dados de São Paulo, que possui o maior índice de ocorrências, o número alcançou 255 mil incidentes somente no ano passado.
Pensando nesses índices alarmantes, desenvolvemos algumas dicas para você transformar um smartphone antigo em um rastreador veicular, o que pode ajudar a evitar que seu carro se transforme em mais um número nas imensas listas estatísticas de roubos.

Rastreador profissional X smartphone

Obviamente, existem dezenas de opções profissionais no mercado que garantem o rastreamento de veículos em tempo real. Contudo, o custo da maioria desses aparelhos supera facilmente os R$ 300, além da mensalidade que muitas empresas especializadas cobram pela manutenção do serviço.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Reprodução/Graf Online)
Com a evolução rápida dos gadgets que rodam o sistema operacional da Google, o Android, é comum encontrar um smartphone velho que não é mais utilizado e que pode facilmente se transformar em um rastreador de baixo custo.
O que nós vamos ensinar a seguir é como você pode utilizar o seu smartphone para esse propósito.

O que você vai precisar:

Primeiros passos

Antes de mais nada, é de suma importância ativar o receptor GPS do seu dispositivo. Na grande maioria dos aparelhos Android, basta entrar no menu de configurações, selecionar o item “Local e segurança” e ativar as opções “Usar satélites GPS” e “Utilizar redes sem fios”.
 Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Tecmundo)
A primeira opção ativa o receptor GPS, permitindo a obtenção de dados bastante precisos sobre a localização do aparelho com a ajuda de satélites em órbita. Por sua vez, o segundo item possibilita que o dispositivo utilize os dados da rede móvel (Wi-Fi, 3G ou 2G) para localizar o gadget.
Depois de habilitar o receptor, você pode testar se tudo está funcionando utilizando o Google Maps, app que provavelmente veio instalado de fábrica no seu aparelho. Cabe lembrar que a precisão das coordenadas obtidas pode variar bastante dependendo do gadget utilizado.

Gadgets sem conexão permanente com a internet

O Anti Furto Droid Free é uma ferramenta bastante leve e simples, cuja maior virtude é não exigir que o dispositivo esteja conectado à rede móvel (internet) para funcionar. Como a troca de informações é feita por meio de mensagens SMS, você só precisa que a linha utilizada tenha créditos suficientes. Contudo, se uma rede estiver disponível, o app também pode aproveitar esses dados para melhorar a precisão.
A configuração do aplicativo é extremamente simples. Em primeiro lugar, é necessário cadastrar uma senha que será utilizada para acessar o aplicativo. Depois disso, o app já está pronto para funcionar e você pode enviar um dos seguintes comandos: “Localizar”, “Alarme”, “Mostrar” e “Config”.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Tecmundo)
Em nosso teste, utilizaremos apenas o primeiro comando, “Localizar”, pois só precisamos dele para obter a localização do veículo.
Após enviar a mensagem de texto para o rastreador, basta aguardar alguns segundos para receber a mensagem de retorno com as coordenadas de localização. Para visualizar o ponto exato no mapa, você deve clicar no link e selecionar o Google Maps.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro  Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Tecmundo)

Gadgets sempre conectados à internet

Embora o Anti Furto Droid Free seja bastante eficiente, o aplicativo pode não ser tão útil se o veículo roubado se encontra em movimento, já que você vai precisar enviar múltiplas mensagens para acompanhar a posição do carro.
Para rastrear o gadget em tempo real, você pode utilizar o Real Time GPS Tracker. O aplicativo, desenvolvido com a intenção de permitir o compartilhamento de localizações com seus amigos, também é uma ótima opção gratuita para acompanhar o trajeto de um veículo em movimento, já que a posição é capturada com uma frequência maior e enviada a um servidor.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Reprodução/Software2Tech)
Antes de configurar o programa, é de suma importância manter a rede móvel (internet 3G/2G) ativa. Para isso, siga as opções Configurações > Config. De rede > Redes móveis > Dados ativados.
Após instalar o programa, você deve criar uma conta no serviço. Para isso, pressione o botão de opções de seu dispositivo e selecione “Settings”. Depois, basta clicar em “Account credentials” e cadastrar um nome de usuário e uma senha. Quando o aviso de confirmação surgir, o seu aparelho já está pronto para ser rastreado.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Tecmundo)
O Real Time GPS Tracker funciona com a ajuda de um console web que você encontra clicando aqui. No canto esquerdo da tela, está disponível o formulário de login necessário para acessar a sua conta.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carroAmpliar (Fonte da imagem: Tecmundo)
Depois de entrar no painel de controle, é carregado automaticamente um mapa que exibe a localização atual do dispositivo e os trajetos recentes que foram registrados.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carroAmpliar (Fonte da imagem: Tecmundo)
Há duas formas de ativar o serviço de rastreamento: via rede e por meio de um SMS. Para a primeira forma, é necessário clicar na opção “Remote Control”. Em seguida, em “Add remote commands”, selecione o item “Star service via Google Cloud Messaging” e pressione o botão “Execute”. Em poucos segundos, o aparelho recebe a instrução pela rede e começa a reunir os dados necessários para alimentar o mapa em tempo real.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carroAmpliar (Fonte da imagem: Tecmundo)
Na segunda forma de ativação, você deve enviar uma mensagem de texto com a palavra que foi configurada na opção “Remote command (SMS)”. A mensagem deve ficar da seguinte forma (sem aspas): “rttstartpwd=Palavra”. Em nosso caso, como usamos o comando “Start”, o comando fica assim: “rttstartpwd=Start”.
Para visualizar os trajetos de forma mais simples, basta pressionar no ícone em formato de seta que se encontra no canto direito do mapa e marcar a caixa de seleção “Display Auto Tracks”.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carroAmpliar (Fonte da imagem: Tecmundo)

E a bateria do aparelho?

De fato, a bateria de um smartphone em uso moderado pode facilmente se esgotar em menos de oito horas, e isso é um grande problema a se driblar quando queremos transformar o aparelho em um rastreador que deve estar sempre pronto para funcionar.
Entretanto, cabe lembrar que um gadget em modo “stand by” consome muito menos energia, o que dá uma folga confortável para você não precisar se preocupar todo dia em carregar o dispositivo.
A ficha técnica de alguns aparelhos simples, como o LG Optimus One (P500h), indica que o gadget pode aguentar até 450 horas no modo de espera. Portanto, carregar o smartphone uma vez por semana deve ser suficiente.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Reprodução/Wired)
A seguir, vamos listar algumas dicas simples que podem aumentar significativamente a autonomia da bateria:
  1. Se você for usar o Anti Furto Droid Free, não é necessário deixar o Wi-Fi ligado ou a conexão de dados, já que o aparelho precisa somente do GPS ativo e de crédito para enviar mensagens.
  2. Você também pode desativar o uso de redes 3G. Para isso, siga as opções Configurações > Conf. De rede > Redes móveis > Usar apenas redes 2G.
  3. Desinstale absolutamente todos os apps do smartphone. Afinal de contas, o seu rastreador não vai precisar do Facebook ou do Instagram.
  4. Deixe o aparelho no modo silencioso, evitando a reprodução de qualquer tipo de som que gaste bateria ou possa revelar a posição do rastreador.

Carregador no carro

Obviamente, se preocupar em carregar constantemente a bateria do rastreador pode ser bastante incômodo, mas sempre existe a possibilidade de fazer uma adaptação no veículo e manter o aparelho carregado.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Reprodução/LG)
Para isso, você vai precisar de um carregador veicular, daqueles que são conectados na tomada de 12 volts do carro (também conhecida como acendedor de cigarros), e de uma boa auto elétrica que conecte o acessório diretamente na fiação. Seguindo esse procedimento, é possível manter o aparelho conectado permanentemente na energia e escondido atrás do console do carro, evitando que os criminosos detectem o sistema.

Dicas importantes

Aparelhos com múltiplos chips são vantajosos?

Sim. O rastreador caseiro depende completamente do sinal da torre de celular para funcionar, portanto, um dispositivo com vários chips de operadoras diferentes diminui a probabilidade de que o smartphone fique sem sinal.

Possíveis problemas

Se você colocar o aparelho escondido dentro do console do carro, lembre-se de verificar o estado dele periodicamente para evitar travamentos e outros problemas possíveis de acontecer no sistema operacional.
Pega ladrão: transforme seu velho smartphone em um rastreador de baixo custo para o seu carro (Fonte da imagem: Reprodução/tudocelular)
Também é de suma importância que o local escolhido como esconderijo não bloqueie o sinal GSM ou GPS. Geralmente, plástico e vidro não são um inconveniente, mas é sempre bom verificar o nível do sinal antes de confiar o seu carro ao sistema.
Se você estiver utilizando o Real Time GPS Tracker, é de suma importância cadastrar uma palavra de ativação via SMS na opção “Remote command (SMS)”, já que problemas de rede sempre podem ocorrer e é muito mais seguro ter uma alternativa para garantir a inicialização do serviço de rastreamento.

Para que serve cada uma das memórias do meu gadget portátil?


Quando você se depara com as configurações de hardware de alguns tablets e smartphones, pode até mesmo pensar que está olhando para as características de um computador de mesa – tudo graças à grande e rápida evolução desses aparelhos digitais.
E se já existem processadores gráficos dedicados, saídas HDMI e chips de quatro núcleos, a memória desses gadgets portáteis também cresce. São dezenas de gigabytes que ainda podem ser expandidos por meio dos cartões externos. Além disso, outro tipo de memória também ganha atenção no desenvolvimento desses aparelhos: a memória RAM.
Contudo, nós nunca estamos satisfeitos. Por mais que haja espaço de armazenamento, sempre é possível esgotar com tudo isso rapidinho. Dessa forma, saber balancear o uso das memórias do seu aparelho é tarefa fundamental para tirar o melhor proveito do gadget.

Por isso, vale a pena conhecer um pouco o funcionamento dessas partes do hardware e, de quebra, conferir algumas dicas de como distribuir os seus dados entre as memórias interna e externa do seu portátil.

Memória RAM

Antes de saber onde gravar os seus arquivos, é importante conhecer a função da memória RAM, uma vez que ela é uma das partes mais importantes de um tablet, smartphone ou mesmo um computador tradicional.
Para que serve cada uma das memórias do meu gadget portátil? [ilustração]Aparelhos cada vez mais poderosos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Ela surge como um braço direito da CPU e é fundamental para que o seu processador consiga trabalhar com toda a eficiência possível, pois, apesar de ele ser o cérebro de todas essas máquinas, o chip não conta com grande capacidade de memória.
Com isso, ele busca o auxílio de outros recursos – e é a RAM que vem para ajudá-lo nesse processo. É nessa memória que ficam armazenadas as informações que estão sendo utilizadas no momento pelo processador. Quando você executa um aplicativo em seu smartphone, o software do Baixaki, por exemplo, ele primeiro é rodado pela CPU e “jogado” na memória RAM, para só depois ser mostrado para você.
Quanto mais pesado for o programa, de mais RAM ele precisa para ser rodado sem que haja travamentos ou diversos outros problemas. Além disso, quanto mais memória RAM você tiver, mais softwares o seu gadget poderá rodar simultaneamente.
Para garantir eficiência, essa memória é “limpada” a todo o momento pelo sistema operacional, sempre que você fecha algum aplicativo e o gadget não precisa mais acessar determinadas informações. problema é que, em alguns casos, certos programas insistem em continuar em execução.
Para que serve cada uma das memórias do meu gadget portátil? [ilustração]
Com os teimosos, às vezes é preciso lançar mão de atitudes mais drásticas, como forçar o fechamento manual de tais aplicativos. Em alguns desses casos, o “Gerenciador de tarefas” dos aparelhos é suficiente, porém, na maioria das vezes, você precisa utilizar um software específico.
O Appkik é um bom exemplo de “Task killer”. Ele funciona como um eficiente faxineiro dentro do seu aparelho Android. Basta executá-lo para encontrar uma lista dos programas em execução, e tudo o que você precisa fazer é determinar aqueles que deseja fechar.

Memória interna

A memória interna é o principal compartimento de armazenagem do seu aparelho. Como ele vem “de fábrica” dentro do gadget, ou seja, é construído e fica juntamente com o resto do hardware “original”, o acesso às informações gravadas ali é mais rápido e eficiente, pois há menos etapas a serem cumpridas.
Quando você liga o aparelho, automaticamente tudo o que há nessa memória já é reconhecido pelo sistema operacional. Além disso, os programas que executam junto com o SO também já são iniciados automaticamente, como antivírus ou softwares de sincronização, como o Gmail, o Facebook ou o Twitter.
No Android, por padrão, praticamente tudo o que você baixa pela Google Play é instalado nessa memória. A exceção fica por conta de alguns poucos aplicativos e downloads realizados em sistemas mais recentes (a partir do Froyo). Isso significa que, quanto mais programas você pegar, cada vez menos espaço de armazenamento interno o seu aparelho terá. Isso pode render dois grandes problemas: falta de lugar para novos aplicativos e lentidão do seu gadget.
Para que serve cada uma das memórias do meu gadget portátil? [ilustração]
Essa segunda dor de cabeça aparece porque a memória interna também é utilizada para o armazenamento do cache, ferramenta que funciona auxiliando a memória RAM. Quando você abre as suas músicas, por exemplo, o aparelho precisa armazenar temporariamente no cache a sequência das suas playlists ou os títulos das canções e álbuns que você está ouvindo. Como a quantidade de informações é muito grande, a memória RAM não é suficiente – e o cache surge como a solução.
Por isso, o recomendado é que você sempre deixe pelo menos 30% do espaço total livre, tudo para que o sistema possa criar essa “reserva”. Isso colabora para que o seu aparelho mostre desempenho muito mais eficiente. Há também programas que limpam o cache do aparelho, como o Cache Cleaner fácil, que realiza esse trabalho em poucos toques.

Memória externa – cartão SD

A tecnologia de acesso envolvendo os dados da memória interna e da memória externa é bastante parecida, porém, no SD, a leitura dos arquivos é feita de forma alternativa. Aqui, ela acontece quase que totalmente sob demanda.
Dessa forma, o que há no cartão é “montado” somente após tudo o que está gravado no armazenamento interno, pois é lá que estão os dados considerados como prioridade no Android. Assim, determinados arquivos até serão lidos, mas não executados, como arquivos de mídia por exemplo. Somente quando você apertar em algum programa ou arquivo é que ele será, de fato, acessado pelo sistema.
Novos cartões microSD da Samsung são os mais rápidos do mundo(Fonte da imagem: Reprodução/Engadget)
Basta lembrar-se de quando você insere um pendrive no computador, por exemplo. Apesar de o novo “drive” ser rapidamente reconhecido pelo sistema operacional, ele só será acessado quando você requisitar.
Por tudo isso, muitos programas são impedidos pelo Android de serem gravados diretamente no cartão externo. Aplicativos de sistema, por exemplo, não podem ser armazenados ali. Além disso, muitos softwares pagos também apresentam essa restrição, pois, segundo os seus desenvolvedores, isso tornaria a realização de cópias ilegais muito mais fácil.

O que mandar para o cartão de memória

Mas, então, para que eu tenho um cartão de memória no meu smartphone? Bem, apesar de nem todos os programas poderem ser transportados para fora da memória interna, ainda há alguns que permitem essa transferência. Assim, você pode lançar mão disso para liberar espaço na memória interna do seu gadget.
Apesar de alguns programas (como o AppKik citado acima) já contarem com a função de mover aplicativos para o cartão externo, você pode utilizar uma ferramenta específica para isso, comoApp 2 SD, por exemplo. Contudo, fique atento ao fato de que mesmo os softwares que permitam a sua transferência para a memória externa ainda terão dados gravados na memória principal do seu gadget.
Além disso, é preferível que você mantenha no cartão externo dados que não são acessados o tempo todo por você, jogos nos quais você só entra de vez em quando, por exemplo. Fotos, vídeos e arquivos de mídia em geral também devem ser gravados nessa memória, liberando o armazenamento interno para softwares do sistema e programas que necessitam de acesso rápido por parte do sistema operacional.
Ilustração: André Kranz
FONTE: Tecmundo


Como baixar aplicativos através do Android Market


Sabia que é possível baixar jogos e programas no celular através do computador, sem precisar conectar os aparelhos? Aprenda como instalar aplicativos em seu Android com apenas um clique.


O Android Market tem crescido muito nos últimos dois anos, impulsionado pela grande quantidade de aparelhos com o sistema operacional da Google no mercado. A cada dia, novos aplicativos são inseridos para seus usuários.
Com isso, a loja também tem evoluído bastante, disponibilizando novas funções. Um dos grandes avanços é a possibilidade de instalar aplicativos no aparelho através do computador, sem precisar conectar o celular à máquina.


Como fazer?

Ao abrir a página de um aplicativo no Baixaki e clicar para baixar, você encontra duas opções. A primeira é o download através do QR Code, um código de barras que pode ser lido através da câmera digital do Android, com a ajuda de aplicativos como o Barcode Scanner.

O segundo formato é através do Android Market. Clicando no link “Baixar arquivo pelo Android Market”, você é redirecionado para a página do aplicativo na loja da Google e pode instalá-lo através do próprio computador.

Como baixar aplicativos através do Android Market

Conexão com a internet

O primeiro passo é conectar seu celular à internet, não importando se é uma conexão via 3G ou Wi-Fi. Em seguida, abra o site do Android Market através do link no Baixaki em seu computador e realize o login. O usuário e senha devem ser os mesmos já cadastrados por você para acessar o Android Market no celular.

Como baixar aplicativos através do Android Market
No lado esquerdo da tela, você visualiza o nome do aplicativo com a imagem do logo. Você deve clicar em “Instalar”.
Como baixar aplicativos através do Android Market
Uma nova janela se abre na tela do computador, para que o Android Market reconheça seu aparelho através da conta da Google. Clique em “Instalar” novamente e, em seguida, em “OK” para finalizar o processo.
Como baixar aplicativos através do Android Market
Como baixar aplicativos através do Android Market
Imediatamente, um ícone aparece na barra de notificações do Android, informando que o download foi iniciado. Ao final, é possível visualizar a conclusão. Clique sobre o aviso para abrir o aplicativo.
Como baixar aplicativos através do Android Market
Caso o download não se inicie no aparelho, você pode repetir o processo da mesma maneira, mesmo que o botão principal indique que o aplicativo já está instalado em seu Android. Esta é mais uma alternativa de download, útil para quando se está navegando na internet sem o aparelho do lado. 



Como automatizar o Wi-Fi para economizar bateria?


Deixar o Wi-Fi de seu Android ligado o tempo todo é uma faca de dois gumes: por um lado, você não precisa se preocupar em configurar a conexão sempre que quiser usar o aparelho para se conectar na internet; por outro, isso faz com que o dispositivo gaste muito mais bateria.

Mas e se você pudesse configurar seu Android para que ele só buscasse uma rede Wi-Fi quando necessário? Basta seguir este tutorial do Tecmundo, que vai ensinar a usar um aplicativo chamado Sentry para controlar a conexão de seu dispositivo.

Pré-requisitos

Configurando

Usar o Sentry é extremamente fácil – de fato, ele já vem pronto para funcionar desde o momento em que é instalado. Porém, aqueles que quiserem aumentar a personalização do programa podem abrir o aplicativo para configurar cada uma de suas funções. Confira logo abaixo uma lista das ferramentas do programa:
  • Enabled: liga ou desliga o Sentry;
  • Show Notification: mostra um aviso na barra de notificações sempre que o programa está funcionando;
  • Override when turned off: mantém a conexão mesmo quando o app é desligado;
  • Connect delay (seconds): define o tempo que o software continua procurando uma rede;
  • Polling: ativa a busca periódica do Sentry por conexões Wi-Fi;
  • Interval (minutes): define o tempo em minutos que o aplicativo espera antes de fazer uma nova busca por conexões. Esta ferramenta só funciona enquanto o “Polling” está ativado;
  • Check WiFi when screen unlocked: procura uma rede Wi-Fi sempre que a tela do Android é desbloqueada;
  • Start Sentry on reboot: liga o Sentry junto com o aparelho, caso o sistema operacional seja reiniciado.


Com exceção das funções “Connect delay” e “Interval”, todas as ferramentas do Sentry podem ser ativadas (ou desativadas) com um simples clique no item. Por isso, você pode configurar o aplicativo sem medo. Entretanto, é bom avisar que, para fazer alterações no funcionamento do programa, é preciso desligá-lo através da opção “Enabled”.
Fonte: CNET

Fazer o Android 2.1 funcionar como o Android 2.2


Se você possui um smartphone com o sistema operacional Android e está impaciente porque o seu aparelho ainda não recebeu atualização para a versão 2.2 (também conhecida como Froyo) ou, talvez, insatisfeito porque ele não receberá o upgrade, acalme-se!

O que você pode fazer é instalar aplicativos no seu Android 2.1 com recursos que seriam exclusivos do Froyo.
Isso significa que você já poderá utilizar o seu smartphone como modem 3G (em inglês, tethering) e conectá-lo a um PC, Mac ou notebook, controlar o aparelho por comando de voz, entre outras funções.
Nota: este artigo foi escrito com base em testes realizados com o Droid X, da Motorola. Como a interface do sistema operacional móvel tem sido personalizada pelas fabricantes, talvez, nem todas as cinco dicas abaixo possam ser úteis em todos os aparelhos.

Smartphone como modem 3G

O mais interessante entre os novos recursos do Android 2.2 é capacidade de realizar tethering de um smartphone para um notebook. E é extremamente fácil, sendo que você só precisará utilizar o aplicativo PdaNet, disponível na loja Android Market.
Com o seu smartphone, baixe o programa e faça a instalação. Concluído isso, ligue o seu computador e realize o download do mesmo aplicativo para o seu computador, que pode ser Windows 7, Vista e XP ou Mac OS X 10.5 ou posterior.
Finalizada a instalação, basta conectar o telefone via Bluetooth ou cabo USB ao aparelho e o acesso estará pronto. Lembrando que a aplicação precisa rodar simultaneamente em ambos.
Enquanto estiver conectado, o PDANet em seu smartphone exibirá informações sobre a conexão e a quantidade de dados transferidos, entre outros.
O software está disponível em duas versões. A primeira é gratuita e não permite visitar sites sob o protocolo HTTPS, que é utilizado por emails ou lojas online. Para visitar estes sites protegidos, é preciso adquirir a segunda versão, que é paga. A licença custa cerca de 23,95 dólares.
Caso use este software, você precisará verificar as condições de serviço da sua operadora, pois o contrato pode não permitir tethering.
Nota: você pode ter problemas ao usar este aplicativo com um Droid X e um Mac. Aqui está a correção: quando você ligar o smartphone via USB, selecione o item “USB Mass Storage” localizado na lista de notificações de seu smartphone. Você também deve colocar a tela do seu Droid X em modo de proteção, mas não desligue o aparelho.

Otimize o Android

Outro quesito importante do Froyo é que ele torna os dispositivos ainda mais rápidos e práticos. Como não existe, ainda, nenhum método para acelerar a versão 2.1, o que você pode fazer é otimizá-lo, deixando em espera apenas os programas que necessita.
Com o multitarefa do Android, muitas pessoas não fecham os aplicativos depois que terminam de utilizá-los. Elas simplesmente voltam à tela principal e rodam outra aplicação. Assim, outros programas e recursos podem continuar funcionando, consumindo memória e tempo do processador.
O Android, periodicamente, limpa todo os serviços que não estão sendo utilizadoss. No entanto, algumas pessoas acreditam que essa ferramenta não funciona tão bem quanto deveria. Por isso preferem usar um aplicativo capaz de finalizar qualquer tarefa que ainda esteja em execução.
Entre os vários apps gratuitos com essa finalidade na loja Android Market, eu testei dois: Task Manager e o Advanced Task Killer.
Ambos funcionam da mesma forma. Mostram tudo que está em reprodução e permitem que você encerre a atividade de qualquer um deles.
Achei que o Advanced Task Killer exibe mais tarefas e serviços que o Task Manager, apesar de, sinceramente, não ter notado qualquer diferença em termos de velocidade.
Qual deles funcionará melhor? A única maneira de descobrir é experimentando.
Existem outras ferramentas que podem aprimorar a velocidade. Elas envolvem, principalmente, o encerramento de atividades que não são sempre usadas, como é o caso do email.  Por exemplo, ter o seu smartphone constantemente verificando se existe ou não uma nova mensagem pode deixá-lo mais lento. Além de, possivelmente, reduzir o tempo de vida útil da bateria. Uma solução é programar para que essa análise seja feita com menos freqüência ou apenas manualmente.
Para alterar o intervalo de pesquisa, acesse o seu aplicativo de e-mail, pressione a tecla Menu e selecione Configurações de e-mail. Altere para que essa atualização seja feita apenas manualmente.
Você também pode desligar outros recursos como GPS ou Wi-Fi. A maioria dos telefones Android tem um widget para ajudar nisso. Com ele, você poderá desligá-los e reativá-los quando necessário.
Também é uma boa ideia desinstalar aplicações recém-instaladas, mas, que não estão sendo aproveitadas. E se depois de baixar um novo app, você observar que o seu dispositivo está mais lento, remova ele.
É surpreendente como muitas vezes o comportamento dos apps podem prejudicar o desempenho de um smartphone.

Controle de voz

O Voice Actions for Android, da Google, é um ótimo aplicativo gratuito para controlar o seu telefone utilizando comandos de voz. Com ele é possível carregar páginas da Web, enviar mensagens de texto e ligar para algum contato. A má notícia: embora ele não esteja pré-instalado no Froyo, apenas telefones com a versão 2.2 podem usá-lo.
Entretanto usuários do Android 2.1 não precisam se sentir esquecidos: isso porque o gratuito Vlingo for Android permite que você use sua voz para discar para contatos, enviar e-mails, mensagens de texto, tuítar e muito mais.
O Vlingo não faz tudo o que o Voice Actions pode fazer. Não pode, por exemplo, carregar uma página da Web ou executar uma música. Mas, por outro lado, ele pode iniciar aplicativos.
Ele é extremamente fácil de usar: Execute o programa e diga algo ao aparelho e ele fará exatamente o que você disser. Durante os testes, eu ditei uma mensagem de texto ou um e-mail e lhe disse que eu queria enviar a mensagem; ele abriu o aplicativo apropriado, escreveu o texto e esperou, indicando se eu gostaria de enviar ou continuar editando o material.
Em outra ocasião, pedi a ele para encontrar cafés em Cambridge (EUA), ou restaurantes italianos em Boston (EUA). Ele então procurou a listagem via Google Maps e exibiu os resultados.
Tal como acontece com todas as aplicações de voz, não espere que o Vlingo reconheça exatamente todos os nomes que você falar. Além disso, você, possivelmente, terá que fazer algumas correções ortográficas antes de enviar um texto para alguém. Mas, ainda assim, ele faz um trabalho notável.

Adobe Flash no Android 2.1

Um site chamado AddictiveTips afirma ter encontrado uma maneira de executar o Adobe Flash em alguns celulares Android 2.1. O processo envolve o download de um aplicativo Flash zipado para o seu PC e copiá-lo para o cartão SD do seu aparelho.
Para a instalação, use um aplicativo chamado Apps Installer e depois reinicie.
Embora pessoas tenham relatado que ele funciona bem no HTC EVO, no Nexus One e no Droid Eris, esse recurso não funciona em todos os telefones. No Droid X, por exemplo, ele não rodou.
Mas se você sente a necessidade de rodar Flash no seu aparelho, acredito  que o teste da ferramenta possa valer a pena.

Mais interfaces

Muitos fabricantes de smarphones ajustam a interface do Android – na verdade, a razão pelo qual o Froyo não está sendo lançado ao mesmo tempo para todos os aparelhos é exatamente porque essas empresas ajustam o Froyo de acordo com o seus aparelhos.
Por exemplo, o número interfaces na tela principal no Android 2.1 pode variar de telefone para telefone. O Milestone possui três páginas e com o Froyo esse número aumenta para cinco. O Droid X, por outro lado, foi lançado com sete.
Se o smartphone não tem tantas interfaces na tela principal, você não precisa esperar pelo Froyo. É possível expandir para até sete com um aplicativo gratuito chamado Launcher Pro, que está disponível na Android Market.
Dependendo do seu dispositivo, você pode ter problemas ao executá-lo. No início, tive problemas com um Droid X. Mas fui capaz de consertar isso baixando antes um aplicativo chamado Home Switcher, também disponível na loja de apps da Google.
O Home Switcher permite que você escolha se deseja usar os recursos da tela inicial de fábrica ou a interface do Launcher Pro.
FONTE: AndroidZ
 
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